Coretos de Nazaré não sumiram: onde estarão? Por Lúcio Flávio Pinto

Laboratório Virtual ─ FAU ITEC UFPA

Uma lenda de 40 anos, mas tida como verdade inquestionável, é des­feita nesta edição do Jornal Pesso­al: de que o prefeito biônico de Be­lém, Mauro Porto, tinha mandado des­montar os coretos do largo de Naza­ré e os levado para sua residência (ou sitio), em Petrópolis, no Rio de Janei­ro. Eu próprio endossei a história. Na época em que o fato teria ocorrido, eu morava em Sao Paulo, onde fiquei de 1969 até o final de 1974, com um intervalo de permanência em Belém. Quando voltei, era uma das histórias que se contava na cidade. Tentei con­firmá-la. Nunca consegui.
Por linhas tortas, isso acabou acon­tecendo, a partir de uma nota que es­crevi para a coluna Memória do Co­tidiano.
Dizia o texto:
“Pouquíssimas pessoas sabiam quem era o engenheiro carioca Mauro Fer­nando Pilar Porto, quando o governa­dor Alacid Nunes o nomeou prefeito de Belém, em março de 1970. Nessa épo­ca, nas capitais…

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