Premiados e Selecionados do III Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

Premiados

Coletivo Garapa (SP) – Prêmio Memórias da Imagem

Ilana Goldbaum Lichtenstein (SP) – Prêmio Diário Contemporâneo

Lucas Gouvêa Mariano de Souza (PA) – Prêmio Diário do Pará

Selecionados

Alberto Bitar (PA)

Ana Emília Jung (Milla Jung) (PR)

Elivanja M. Fonseca (PA)

Érico Toscano Cavallete (SP)

Fábio Messias Martins de Souza (SP)

Fabio Okamoto (SP)

Fernando Bohrer Schmitt (SP)

Gabriela Lissa Sakajiri (SP)

Gordana Manic (SP)

Isabel Maria Sobreira de Santana Terron (SP)

João Pedro Rodrigues da Silva – Cêsbixo (PA)

Lívia Afonso de Aquino (SP)

Marian Wolff Starosta (RJ)

Patrícia de Oliveira Gouvêa (RJ)

Pedro Augusto Machado Hurpia (SP)

Renato Chalu Pacheco Huhn (PA)

Roberta Dabdab (SP)

Romy Pocztaruk (RS)

Tuca Vieira (SP)

Wagner Yoshihiko Okasaki (PA)

 

Fonte: Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

Catálogo do II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

Ao pensar sobre o urbanismo-utopia, Argan coloca o problema do urbanismo-ideologia. Para ele, é necessário que o urbanismo de fato possa ser recolocado como um guia das atividades que regem o mundo cultural. O impasse, em linhas gerais,encontra-se entre a cidade moderna em estado avançado de decomposição, após sua utopia industrial, e as novas qualidades de reinvenção dos espaços urbanos como paisagem cultural dominada pelo saber visual e tecnológico. Argan vislumbra a restituição do indivíduo na ampliação da disciplina do urbanismo e declara o artista parte integrante de uma retomada necessária. Ele ressalta acidade constituída de coisas como imagens que se dão à nossa percepção e que nos fazem “viver na dimensão livre e mutável das imagens”. O artista, para Argan, decididamente faz urbanismo quando suas pesquisas visuais podem e deveriam ser pensadas como pesquisas artísticas. Neste sentido, tomamos Argan e Lynch – apesar de certas oposições – como referência para considerar que o fotógrafo é um artista frente à cidade real e à cidade ideal, um habitante capaz de dar forma e sentido ao espaço urbano e recriar suas imagens como lugar de ficção e  realidade. Convidados a tomar a cidade como matéria os artistas que constituem a mostra Crônicas Urbanas recriaram-na especialmente como uma trama narrativa feito o traçado urbano de uma cidade imaginária e real.

Trecho da apresentação de Mariano Klautau Filho para o Catálogo.