DIGA NÃO AO PROJETO DE MUDANÇAS DOS PRÉDIOS HISTÓRICOS DE BELÉM!

ASSINE AQUI A PETIÇÃO!

Em muitas cidades pelo país como Salvador, São Luis, Recife, que investem no turismo, preservam suas origens, seus centros históricos, patrimônios e não deixam de lucrar com isso. Mas em Belém é diferente, porém exatos 22 vereadores aprovaram o projeto que dispõe a alteração do Plano Diretor Urbano do Município de Belém buscando alterar a lei que protege o Centro Histórico de Belém, permitindo que se construam prédios que o descaracterizam. Próximo de 400 anos é triste saber que o poder das construtoras é maior que o amor que devemos ter pela memória, pelo patrimônio histórico, onde surgiu a cidade de Belém. Aquele espaço é o nosso resquício do que já foi à cidade mais portuguesa do Brasil. Realmente, somos a cidade do “já teve”, não deixe isso continuar, o projeto foi aprovado pelos vereadores, porém, fica reservado o poder se sancionar ou vetar ao prefeito de Belém, vamos nos mobilizar para que essas assinaturas possam chegar às mãos do prefeito. DIVULGUE!


Vão destruir o ver o peso e construir um shopping Center
Vão derrubar o Palacete Pinho pra fazer um condomínio
Coitada da Cidade Velha que foi vendida pra Hollywood
Pra ser usada como um albergue num novo filme do Spielberg

 

Por que isto é importante

O projeto do vereador Gervásio Morgado de alterar os prédios históricos de belém foi aprovado.
Nós não podemos deixar que o nosso passado morra ou seja alterado!
Vamos VETAR esse projeto!!!

ATO PÚBLICO OLHOS DO PATRIMÔNIO

A História do Pará presente no patrimônio material esta sendo destruída. Você vai ficar parado?

A azulejaria sendo depredada, palacetes sendo derrubados, monumentos esquecidos…
Se você se indigna com esse descaso, JUNTE-SE! Música, fotografia, intervenções urbanas, oficinas e poesia.

Todos os eventos são gratuitos.

Data: Domingo 05 de Fevereiro de 2012
Local: Praça do Ferro de Engomar (Praça Coaracy Nunes)

Arcipreste Manoel Teodoro , entre Presidente Pernambuco (próximo à Padre Eutíquio / Pátio Belém / CCBEU / Studio Pub / Unimed Batista Campos)

Belém do Pará, Brasil

Horário: 9h30 ás 13.
Twitter: #olhosdopatrimônio

Fotos de Valério Silveira (fachada) e Michel Pinho (interior).

De acordo com notícia do Diário do Pará uma equipe de técnicos da Secult/DPHAC foi ao local e recolhei os azulejos derrubados no chão pelos ladrões e os levou para restauro.  O secretário de cultura foi ao local e demonstrou pesar pelo ocorrido. Todas as notícias inócuas em relação à degradação do imóvel histórico como um todo. A Prefeitura de Belém/ FUMBEL pelo que li e ouvi ainda não se pronunciou sobre o assunto. É incrível como as ações de preservação do patrimônio só são tomadas quando existe risco de destruição total dos prédios ou seu saqueamento.

Restauro da Igreja do Carmo: IPHAN, Lei Rouanet e Vale

Panorama do Pará desenhado por J.L Righini, obra intitulada de Panorama do Pará em Doze Vistas.

Acervo: Centro de Memória da Amazônia – UFPA

É com certeza uma boa notícia para a preservação do patrimônio histórico em Belém. Porém me preocupa a realização do IPHAN, já que as obras da Igreja de Sant’anna se prolongam a 8 anos e o Solar Barão do Guajará, sede do Instituto Histórico e Geográfico, está em obras eternas. Eles possuem corpo técnico pra tocar e fiscalizar três obras dessas dimensões? Percebi grande negligência nas obras do Mercado de Carne no que tange ao entorno e ao uso do espaço após o restauro, o mesmo já havia ocorrido no Palacete Pinho. Outra informação também precisa de análise é a questão do patrocínio da Vale via Lei Rouanet, que acordo com o site da Arquidiocese “O projeto, apresentado pelo Instituto de Patrimônio Histórico Cultural Nacional (IPHAN), está orçado em R$ 4.189.103,03, valor que será patrocinado pela Vale, com recursos da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet). O recurso para a realização da obra já foi depositado à Arquidiocese de Belém. Agora a Vale abrirá processo licitatório para contratar a empresa que fará a reforma, coordenada pela Igreja de Belém em parceria com a superintendência regional do Iphan. “É bom que essa reforma aconteça em uma data como esta. Afinal, esta igreja é uma referência da cultura e da arte sacra”, declarou o Arcebispo Metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa.”. A Vale precisa de Lei de incentivo, pelo que sei já paga uma insignificância de impostos, para bancar seus projetos culturais? Outra coisa, por que não patrocina projetos culturais via edital como todos os grandes patrocinadores do país. O Fórum Landi precisa estar inserido neste projeto assim como a CiVIVA para dar transparência ao processo de restauro. Espero que o projeto inclua em seu projeto ações de cidadania e educação patrimonial no entorno, principalmente com crianças e adolescentes em situação de risco.

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No dia em que Belém completará 396 anos, nesta quinta-feira (12), a Vale e a Arquiocese de Belém assinarão um contrato para restauração arquitetônica do Igreja de Nossa Senhora do Carmo, localizada no bairro da Cidade Velha. O templo, construído em meados do século XVII, foi tombado pela União em 1941.

A necessidade de intervenção para conservação da igreja já era um sonho antigo da Arquidiocese de Belém. O objetivo da reforma é garantir a preservação dos elementos construtivos e artísticos, além de seus bens integrados, tais como púlpitos, retábulos laterais e mor e, principalmente, nos setores internos, o que inclui o forro, revestimentos e a pintura que já está comprometida em virtude da umidade.

A restauração também se estende à parte externa da igreja. A fechada, por exemplo, incluindo o revestimento, as torres, os elementos decorativos e a cobertura, apresentam danos significativos. Todo o trabalho de restauração será executado em parceria com a superintendência regional do Instituto do Patrimônio Histórico Cultural Nacional (Iphan) e Arquidiocese de Belém, instituição que mantém a propriedade da igreja.

José Carlos Gomes Soares, diretor da Vale, destaca a importância da Igreja do Carmo para a capital paraense. “Esta iniciativa objetiva, sobretudo, valorizar a cultura paraense e, por isso, a sociedade será restituída com a plenitude da beleza desse templo que resgata o patrocínio histórico e arquitetônico de Belém. Esta intervenção ultrapassa as fronteiros do Pará quando trata-se de um monumento tombado pelo Iphan”, ressaltou Gomes.

A iniciativa será realizada com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Rouanet.

Fonte: DOL